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quarta-feira, 15 de abril de 2015

PREFEITURA CONVOCA A POPULAÇÃO PARA O COMBATE AO AEDES AEGYPTI

A Coordenadoria de Vigilância Sanitária está convocando população no trabalho de combate ao aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. A maior preocupação é evitar que Petrópolis sofra com o surto da doença registrado no Estado do Rio. No último Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa) (o segundo de 2015), quando os agentes percorreram 59 bairros da cidade, vistoriando 5.003 mil domicílios, os números apontaram médio risco de infestação de focos do mosquito transmissor da dengue na cidade. A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 20 de março, registrando um índice de 1,36%. “Estamos longe de ter um surto, mas precisamos nos mobilizar. Esse é um trabalho que só terá resultados com a ajuda da população”, lembrou o secretário de Saúde, André Pombo. O coordenador da Vigilância Sanitária, Eduardo de Lucena, também frisou a importância da participação de todos. “A população precisa trabalhar incessantemente no combate ao mosquito da dengue para evitar o aumento do índice, uma vez que grande parte dos focos foi encontrada dentro dos domicílios. É preciso que a população permita o ingresso dos agentes de endemias nas residências”, alertou. A Prefeitura também planeja aproveitar a Exposição Agropecuária para orientar a população sobre os cuidados para combater o mosquito. Entre janeiro e 10 de abril deste ano foram confirmados 13 casos de dengue na cidade. Para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução. A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Com a proliferação do mosquito é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore. Sigas as dicas: - Não deixar a água se acumular em recipientes como, por exemplo, vasos, calhas, pneus, cacos de vidro, latas e etc. - Manter fechadas as caixas d’água, poços e cisternas - Não cultivar plantas em vasos com água. Usar terra ou areia nestes casos. - Tratar as piscinas com cloro e fazer a limpeza constante. O ideal é deixá-las cobertas ou vazias quando não for usar por um longo período. - Manter as calhas limpas e desentupidas - Avisar um agente público de saúde do município caso exista alguma situação onde há o risco de proliferação da doença.

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