terça-feira, 14 de julho de 2015

A beleza da música dos coros no 15º. Festival de Inverno de Petrópolis/Dell’Arte

Petrópolis é referência nacional na prática do canto coral. O segmento não poderia ficar de fora da programação do 15º. Festival de Inverno de Petrópolis/Dell’Arte. Serão apresentações de três coros de destaque da cidade levando ao público a beleza do canto nos dias 16, 17 e 18 de julho, no Theatro D. Pedro. O primeiro a se apresentar é o Coral Dó Ré Mi, sob a regência do maestro Leonardo Randolfo, no dia 16. Em seguida, no dia 17, é a vez do Coral Municipal de Petrópolis, regido pelo maestro Paulo Afonso. Encerrando o circuito, o Coral das Meninas Cantoras de Petrópolis, regido pelo maestro Marco Aurélio Xavier, no dia 18. O Coral Dó Ré Mi é o Coro Modelo do Programa Canta Petrópolis, projeto que cria um coral em cada escola do município e abrange cerca de duas mil crianças da rede pública. Ele é formado por meninos e meninas entre 8 e 15 anos de idade da Escola São Judas Tadeu e foi fundado em 2002 pelo maestro Leonardo Randolfo e pela pedagoga e diretora da escola, Mônica Chung. A preparação vocal é da soprano Cláudia Vianna. Em sua nova fase trabalhando a expressão corporal e a dança, suas apresentações são performáticas. A estreia do novo estilo foi marcada pelo lançamento do espetáculo “Vitrine”, com coreografias inéditas do bailarino internacional Guto Muniz e cenário virtual de alta tecnologia O show conta com um repertório eclético contendo samba, rock, MPB e bossa nova. Bibi Ferreira, Danilo Caymi, Pe Fábio de Mello, a italiana Mafalda Minnozzi, e Leila Pinheiro são alguns dos artistas de renome que cantaram com o Dó, Ré, Mi. Fundado pelo maestro Ernani Aguiar em 1976, o Coral Municipal de Petrópolis chegou a 39 anos de existência como um ícone cultural da cidade. Durante 11 anos seu regente foi o maestro Gilberto Bittencourt. Desde 2001, o posto passou a ser assumido pelo regente Paulo Afonso dos Santos Filho, sob a direção e coordenação da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis. O coro executa obras importantes do repertório de música colonial brasileira em diversas primeiras audições. Destaca-se pela parceria com reconhecidos compositores, entre eles, Cesar Guerra Peixe, Guilherme Bauer, Ricardo Tacuchian e importantes orquestras nacionais.

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