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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

MISSA EM ITAIPAVA LEMBROU OS TRÊS ANOS DA MORTE DE PADRE QUINHA


“Estamos celebrando a vida”, foi com esta afirmação que o diácono João Henrique Medeiros Nunes, agradeceu a presença de todos na missa pelos três anos da morte do Padre Quinha (José Carlos Medeiros Nunes), celebrada na noite de segunda-feira, dia 18 de janeiro. Familiares, amigos e pessoas que foram ajudadas pelo Padre Quinha lotaram a Igreja São José de Itaipava, que contou com a presença da cantora católica Marcela Siesler.

A missa foi presidida pelo Padre Mário Coutinho, Pároco de São José de Itaipava, e concelebrada pelos padres André Luiz Rodrigues Barbosa (Paróquia Nossa Senhora de Fátima), Gustavo Passos de Oliveira e Rafael Soares da Silveira (Vigário Diocesano da Caridade) e assistida pelo Diácono Permanente, João Henrique. Padre Mário, ao iniciar a celebração ressaltou que “apesar da tristeza, por causa da saudade de alguém querido, estamos aqui para celebrar a vida, pois ganhamos um intercessor junto a Deus”.


Ao falar sobre a Oficina de Jesus, Padre Mário lembrou que a obra surgiu do pensamento do Padre Quinha, que afirmava que “se o mundo escangalha, vamos deixar Jesus consertar”, referindo-se as pessoas que sofrem com o vício das drogas. O diácono João Henrique disse que a obra Oficina de Jesus continua com os dois sítios e a chácara da Pastoral de Rua, lembrando que a continuidade deste trabalho depende da ajuda de todos.

Foi apresentado a proposta de que, no dia 18 de cada mês, em todas as paróquias da Diocese seja celebrada uma missa ou momento de oração na intenção da obra do Padre Quinha. Também foi apresentado o site oficial da Diocese de Petrópolis sobre Padre Quinha – www.diocesepetropolis.org.br/padrequinha - , assim como o CD Com Maria e outros trabalhos que estão sendo realizados em prol da Oficina de Jesus.

Em sua homilia, Padre Mário não escondeu sua emoção ao falar do Padre Quinha, frisando que ele fez diferença na sua vida e questionou aos presentes, perguntando se ele também fez diferença em suas vidas. Padre Mário contou uma parábola, sobre um menino que ao ver na praia milhões de estrelas, que foram parar ali por causa de um fenômeno da natureza, começou a pegar uma por uma e lançava ao mar.

Alguém questionou sua atitude afirmando que não fazia nenhuma diferença, pois eram milhões, mas o menino respondeu que para aquela que devolvia ao mar, fazia toda diferença. “O Padre Quinha agiu assim: milhões de pessoas passam fome, mas para esta ele fez diferença; milhões de pessoas estão encarceradas, mas para esta ele fez diferença; milhões de pessoas estão nos hospitais, mas para esta fez diferença, milhares de pessoas tinha tristeza em seu coração, mas a sua palavra, sua presença fez a diferença para esta pessoa. Com toda certeza ele fez a diferença em nossas vidas”.

Padre Mario lembrou ainda que muitas vezes não dizia muita coisa e nem nada tão profundo, mas, se fazia presente na vida das pessoas e quando não sabia o dizer, rezava e pedia para as pessoas rezarem uma Ave-Maria. A missa foi marcada de profunda emoção, principalmente quando Marcela Siesler cantou a canção Valente, que fala da saudade de um alguém que partiu e também uma música feita para o Padre Quinha, feita por uma senhora que conviveu com Padre Quinha.

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