terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ACUSADA PELA MORTE DO MARIDO EM 2007, "VIÚVA DA MEGA-SENA" COMEÇA A SER JULGADA


Do Extra / O Globo -

Adriana Ferreira Almeida já começou a ser julgada por assassinato no Fórum de Rio Bonito, município da Região Metropolitana do Rio. Ela é acusada de ser a mandante da morte do marido, Renné Senna, em 2007 - dois anos após ele ganhar R$ 52 milhões na Mega-Sena. Adriana mostra um visual diferente: os cabelos estão platinados, com uma franja longa. Ela chegou ao local de cabeça baixa.

O julgamento começou com atraso de cerca de uma hora. A primeira pessoa a depor é uma testemunha de defesa. Adriana permanece de braços cruzados, olhando para baixo. Às vezes ela olha para a testemunha, um médico cirurgião que atendeu Renné Senna uma vez em uma emergência e o submeteu a uma cirurgia, depois voltou a visitá-lo de oito a nove vezes na fazenda. Esse médico também foi a primeira testemunha a depor no julgamento de 2011.

No primeiro julgamento - do qual a viúva foi inocentada -, o júri era formado por cinco homens e duas mulheres. Hoje, o júri é composto por cinco mulheres e dois homens.

Sentença anulada
Adriana foi inocentada em 2011, mas a sentença foi anulada em 2014 pelo Tribunal de Justiça. Isso porque o motorista Otávio dos Santos Pereira, genro do milionário, denunciou quebra de incomunicabilidade de dois jurados. Segundo o Código de Processo Penal, nesses casos, é decretada a nulidade do julgamento, já que os jurados não podem ter contato entre si, com testemunhas ou com o mundo exterior, para evitar que sejam influenciados. Eles teriam ido a um posto de gasolina em frente ao hotel.

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