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domingo, 11 de dezembro de 2016

DEZEMBRO: TARDE OU CEDO PARA CONSULTAR UM DENTISTA?


O último mês do ano chegou e muita gente já considera que é tarde para algumas decisões, mas nunca para cuidar da saúde. Nesta época do ano, é comum que a procura pelos consultórios dentários aumente. Ainda que não seja possível solucionar por completo um problema, o especialista poderá tomar medidas paliativas para conter o avanço e evitar que o quadro se agrave até que o tratamento definitivo seja feito. A prevenção pode garantir a alegria durante as festas de fim de ano, já que ninguém quer deixar de degustar a ceia de Natal ou as delícias do Rèveillon por causa de uma dor de dente.

O cirurgião dentista Márcio Marques, do Instituto Rio, lembra que a melhor decisão é sempre a tomada pelo paciente junto com o especialista, que vai esclarecer as dúvidas e mostrar as melhores possibilidades diante de cada caso.

"Situações crônicas podem se complicar e acontecerem em um momento em que a pessoa não terá assistência. Normalmente os profissionais entram de recesso no fim do ano e se a pessoa ainda estiver fora da sua cidade, pode ter mais dificuldade para conseguir atendimento", orienta Márcio Marques, acrescentando que qualquer desconforto deve ser investigado, pois pode levar a problemas graves, sem escolher hora para incomodar.

"Imagina se o paciente desenvolve um abscesso (acúmulo de pus por consequência de uma infecção) em plena véspera de Natal? Sendo que poderia ter resolvido o problema antes ou, ao menos, evitado que chegasse ao quadro de dor até que fosse feita a intervenção definitiva. Ninguém quer abrir mão de comer os quitutes da festa e muito menos quer passar uma data tão esperada com o dente incomodando", pontua o dentista do Instituto Rio.

O especialista ressalta que no caso de procedimentos cirúrgicos, como o implante, é possível adiantar o pré operatório, quando uma série de exames são realizados, e já deixar o procedimento encaminhado para o início do ano.

"Não há cirurgia de emergência na odontologia, já que esta pressupõe risco da pessoa morrer. As cirurgias são todas eletivas, ou seja, agendadas e o paciente devidamente preparado. Ou seja, um procedimento complexo feito às pressas pode trazer mais prejuízos do que benefícios", alerta Márcio Marques.