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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

CONFERÊNCIA DE TRANSPORTE VAI APRESENTAR TERMO DE PARA PLANO DE MOBILIDADE URBANA

Um Termo de Referência elaborado por uma comissão do Conselho Municipal de Trânsito e Transportes será apresentado neste sábado (28.01), no segundo dia da 13ª Conferência Municipal. O documento aponta as diretrizes que devem ser tomadas para criar o Plano de Mobilidade Urbana de Petrópolis. O termo foi  apresentado ao governo em 2014, mas foi engavetado desde então. O evento acontece a partir das 8h na Casa dos Conselhos (Avenida Koeler, 260) e vai apresentar projetos de alto impacto e baixo custo para a mobilidade.


Para a criar o termo de referência, a comissão reuniurepresentantes de Conselhos Municipais, sociedade civil organizada, órgãos da Prefeitura e instituições privadas. O Termo de Referência foi elaborado a partir dos estudos técnicos preliminares e contém elementos necessários para caracterizar o objeto da licitação. Ele elenca o que deve ser feito, passo a passo para a criação do Plano de Mobilidade.

“Os municípios tinham a incumbência de apresentar o Plano de Mobilidade Urbana até março do ano passado. Petrópolis deixou de atender essa solicitação ficando impedido de buscar recurso federal para este fim. Esse problema também atingiu outros municípios e, para que tais cidades pudessem cumprir essa tarefa, o governo federal, através da Medida Provisória, estabeleceu novo prazo para o cumprimento da Lei. Agora é preciso acelerar para entregar o documento concluído”, explicou o conselheiro do Comutran, José Paulo Ramos Martins.
             
Quando o plano foi engavetado há três anos, apontou custo estimado de pouco mais de R$ 2,6 milhões. Esse montante seria utilizado para pesquisas, inventário, análises, consultas, audiências públicas, entre outras. Para elaborar o plano é necessário a contratação de profissionais especializados, avaliação e monitoramento de desempenho, aquisição e instalação de software especializado, consultas públicas, dentre outras etapas.

Para o prefeito Bernardo Rossi, dar prosseguimento a este processo é um compromisso. Ele já vem trabalhando para conseguir viabilizar formas de viabilizar a continuidade do plano. “É no mínimo uma falta de respeito ignorar o trabalho do Conselho, ainda mais para uma situação que necessita urgentemente ser resolvida. O Plano de Mobilidade Urbana não pode ser deixado de plano”, declarou.

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