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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

PETRÓPOLIS TERÁ APOIO DO EXÉRCITO NO COMBATE AO AEDES AEGYPTI


O prefeito Bernardo Rossi garantiu a ampliação da participação do Exército em Petrópolis na campanha contra o mosquito Aedes Aegypti. Em uma reunião na tarde desta segunda-feira (23.01), no 32º Batalhão de Infantaria Leve, ficou alinhada a participação dos militares na campanha "Xô Mosquito", ação das secretarias de Saúde e Defesa Civil, para o enfrentamento do mosquito. Os militares já realizam um trabalho preventivo nas escolas municipais, com a distribuição de panfletos informativos. A partir de agora, esse projeto vai integrar a campanha da prefeitura.



"O Exército faz uma campanha muito importante de prevenção nas escolas. Agora essa ação vai integrar a nossa campanha "Xô Mosquito". Trabalhando em conjunto e de forma educativa, vamos vencer essa batalha contra o mosquito Aedes Aegypti", disse Bernardo Rossi.

A campanha "Xô Mosquito" está sendo elaborada pela secretaria de Saúde, com o apoio da Defesa Civil. No ano passado, Petrópolis registrou 608 casos de dengue, 343 de zika e quatro da febre chikungunya. Segundo o secretário de Saúde, Silmar Fortes, as regiões identificadas no último levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa) terão uma atenção especial no combate a proliferação do mosquito.

“No último LIRAa as regiões identificadas com a presença do vetor foram Chácara das Rosas, Valparaíso, Bonsucesso, Cascatinha, Madame Machado e Estrada das Arcas. Nestas áreas os agentes precisarão de uma ação intensiva. Mas é fundamental o apoio da população, não só permitindo a entrada dos agentes nas residências, como também fiscalizando e exterminados os possíveis focos do mosquito em suas residências”, alertou Silmar.

A participação dos agentes da Defesa Civil na intensificação do combate ao mosquito será de forma preventiva, com ações nas creches, escolas e asilos.

"Estamos em Situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, declarada pelo Ministério da Saúde em novembro de 2015, pela questão da microcefalia associada ao zika vírus. Além disso, há uma diretriz nacional que estabelece e orienta a atuação da Defesa Civil no combate ao Aedes Aegypti em todo o território nacional. Também existe um estudo que aponta a chance de grande parte da população contrair a febre chikungunya neste verão. Logo, não podemos esperar o pior acontecer para agir. É fundamental a união de todos, governos e sociedade, para evitar que um desastre aconteça ou para minimizar as suas consequências, agindo com planejamento e antecipação", explicou o secretário de Defesa Civil, Paulo Renato Vaz.