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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

CARNAVAL REQUER CUIDADO COM ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

O Código de Trânsito Brasileiro proíbe os animais soltos junto ao motorista dentro do carro
O carnaval já está aí. Para que seja só alegria também para os animais de estimação,  é fundamental recorrer a algumas ações básicas. Afinal, você não vai querer estragar o feriadão em família,  não é?!  Item número um seja para quem vai ficar ou para quem vai viajar, é manter o animal com plaquinha de identificação na coleira,  incluindo nome e telefone de contato. Assim, caso o animal venha a fugir, fica mais fácil a localização. 


 Igual aos humanos, o animal precisa estar com a saúde em dia, na hora de viajar. Uma visitinha ao veterinário para um atestado de saúde é garantia para deixar o animal mais seguro neste deslocamento. “Se o pet passa mal em viagem, o médico veterinário pode receitar um antiemético,  um remédio para enjoo que vai resolver o problema”, explica a veterinária Priscila Mesiano,  da Clínica Amigo Bicho.

 E por falar em segurança,  o Código de Trânsito Brasileiro proíbe os animais soltos junto ao motorista dentro do carro,  seja na cidade ou na estrada. O não cumprimento das leis pode gerar perda de 3 a 5 pontos na carteira de habilitação e multas entre  R$88,38 e R$195,23 (Veja os artigos no fim do texto). Por isso, é obrigatório o uso de cintos, além de caixas e cadeiras de transporte.

 O calor é um desconforto por si só. Os animais sofrem naturalmente nesta época devido à extensa camada de pelos. Também durante a festa de momo, o ideal é manter o bicho com tosa bem baixinha,  em lugares arejados, sem roupas superaquecendo e com muita, muita água. Para refrescar, vale também gelinhos e frutinhas geladinhas, desde que não sejam cítricas.

Outro incômodo no calor é a proliferação de insetos. Mantenha seu animal com a proteção em dia contra  pulgas e carrapatos. Há sabonetes, pipetas e comprimidos, que duram de 1 a 3 meses. Lembrando que doenças transmitidas por parasitas podem matar.

 Pode não ser tão difundido,  mas picadas de mosquitos também podem levar o animal à morte. “O gênero de mosquito Culex ou Aedes, que inclui a espécie Aegypti, é responsável pela transmissão de dirofilariose ou verme do coração. A enfermidade é mais comum em cidades litorâneas. A doença pode ser prevenida por meio de pipetas, com duração mensal, ou medicamentos injetáveis, cuja eficácia chega a um ano de duração”, alerta Priscila.

A Clínica Amigo Bicho fica na Rua Montecaseros, 414, em Petrópolis.

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