quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

PREFEITURA RENOVA CONVÊNIO COM ESTÁCIO DE SÁ

Alunos farão estágio na área de saúde em unidades da rede pública
A prefeitura e a Universidade Estácio de Sá vão renovar convênio de cooperação para a concessão de estágio dos alunos da área de saúde em serviços prestados pelo município à população.  Patrícia Bach, diretora geral da Estácio em Petrópolis, quer ainda ampliar o relacionamento da instituição de ensino com o poder público municipal, pauta de reunião realizada nesta quarta-feira (15.02), na prefeitura. O número de vagas em estágios será definido no universo de 350 de alunos já em períodos aptos para iniciar treinamento profissional. Os estudantes cursam enfermagem, psicologia, fisioterapia, radiologia, farmácia e bacharelado em biologia.


A parceria vai beneficiar, a longo prazo, base de aproximadamente 2.090 alunos da área da saúde. O convênio prevê ainda 10 bolsas de estudos de pós-graduação lacto sensu para servidores públicos municipais.

“Estreitar a cooperação consolida ainda mais a universidade na cidade e com a população”, considera Patrícia Bach. Para o prefeito Bernardo Rossi a sinergia entre as universidades deve ser expandida. “É interesse do município ter o corpo discente das universidades atuando em estágios e também a expertise do corpo docente em suas diversas áreas pensando e planejando junto conosco o futuro da cidade”, afirma.

Só na área da Saúde, hoje a Estácio de Petrópolis tem 2.100 alunos matriculados em cursos como fisioterapia e enfermagem.  Considerando todos os 15 cursos presenciais, são 4.300 estudantes na universidade. “Interagir em mais áreas na administração municipal é interesse da universidade”, antecipa Patricia Bach que aponta o Hospital Nelson de Sá Earp, unidade vizinha ao campus Bingen da Estácio, como um dos equipamentos de saúde que pode ter estagiários da Estácio em várias áreas.

Para o prefeito, a integração com as universidades pode dar novo direcionamento a programas do governo. “Temos nove instituições de ensino superior e mais de 18 mil estudantes. A formação de mão de obra qualificada precisa ser retida na cidade e mais do que isso: interagir com o município”, afirma Bernardo Rossi.

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