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segunda-feira, 8 de maio de 2017

PREFESSORES DA UFF APRESENTAM PROJETO PARA EVITAR A EXPANSÃO DAS ÁREAS DE RISCO NA CIDADE

A ideia é trabalhar três eixos: prevenção e mitigação de riscos, gestão de operações e gestão de conflitos e educação ambiental  | Divulgação
Professores da Universidade Federal Fluminense (UFF) apresentaram nesta quinta-feira (04.05), na sede da Universidade, em Niterói, um projeto para evitar a expansão de áreas de risco em Petrópolis. A ideia é trabalhar em três eixos: prevenção e mitigação de riscos, gestão de operações e gestão de conflitos e educação ambiental. A proposta, realizada em parceria com a Prefeitura, prevê ainda a instalação de sensores que indicam o escorregamento de massa e de um sistema de controle para o monitoramento de encostas em tempo real. O encontro contou com a presença do Secretário de Defesa Civil e Ações Solidárias, coronel Paulo Renato Vaz.


“Vamos usar a expertise das universidades em Petrópolis, com seus professores, mestres e doutores em projetos que visem o crescimento ordenado da cidade e que nos ajudem em prevenção”, classifica o prefeito Bernardo Rossi, que renovou com a UFF, instalada no Quitandinha, parceria para a formação universitária e de programas como o de cooperação em habitação.


 “Para a cidade o projeto é muito importante. São professores e alunos muito interessados em ajudar. O projeto prevê uma série de melhorias, como a instalação de sensores que indicam movimentos de massa.  Quem ganha com essa cooperação para a prevenção de desastres é a população petropolitana”, disse.

Durante a reunião, o reitor da UFF, Sidney Mello, salientou a importância da participação de alunos da Universidade. “Estão envolvidos alunos de diversos cursos nossos, como geografia e engenharia, que tem uma oportunidade de aprender mais sobre a profissão atuando”, comenta.
Os locais escolhidos foram definidos com base no estudo do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM), que mapeou os bairros na época da instalação das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme - 24 de Maio, Alto da Serra, Bingen, Dr. Thouzet, Independência, São Sebastião, Sargento Boening, Siméria e Vila Felipe.

O projeto está orçado em R$ 3,7 milhões e a Prefeitura, por meio da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias, vai levar a proposta ao Departamento de Prevenção e Preparação para Desastres da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e solicitar a verba ao Ministério da Integração Nacional.

“Vamos encaminhar o projeto para Brasília ainda esse mês. Assim como determinou o prefeito Bernardo Rossi, estamos trabalhando a ideia da prevenção na cidade. Os locais foram indicados de acordo o estudo do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro (DRM), que mapeou os bairros na época da instalação das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme”, afirmou Paulo Renato.

A parceria entre a UFF e a Defesa Civil também acontece no Exercício Conjunto de Apoio à Defesa Civil (ECADEC). O simulado, que acontece em Petrópolis entre os dias 31 de julho e 4 de agosto, vai contar com a presença de alunos do curso de Mestrado em Defesa Civil da Universidade.
“Prevenção deve ser prioridade em nosso dia a dia. Para nossa equipe, o simulado vai trazer mais conhecimento. Para os alunos é importante também, já que a cidade tem histórico de ocorrências relacionadas a deslizamentos e inundações frequentes. Eles vão ver na prática como funciona”, explica Paulo Renato, que é mestre em Defesa Civil pela UFF.

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