segunda-feira, 19 de junho de 2017

PANORAMA POLÍTICO: AÉCIO TEME SER PRESO


O senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) tem dito, a quem o visita, que está com medo de ser preso. Ele está recluso em sua casa, casa no Lago Sul desde 17 de maio, quando foi divulgado conteúdo da delação de Joesley Batista, um dos donos da JBS. No depoimento de Joesley, ele afirma que o tucano pediu R$ 2 milhões para, segundo ele, pagar sua defesa na Operação Lava Jato.

De acordo com a publicação do portal de notícias Metrópoles, o senador tem dito que "numa situação normal", o pedido de prisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, previsto para ser analisado nesta terça-feira (20) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), seria rejeitado.

O medo do tucano se firmou quando o STF manteve manteve a prisão de sua irmã, Andrea Neves. Ainda de acordo com o Metrópoles, Neves está desesperado com a situação. “Ele está profundamente indignado, sobretudo com a situação da irmã”, disse José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela.
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FACHIN ACEITA PEDIDO DE DEFESA DE LULA
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, concordou com um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Lula, pedindo que fosse enviado para a Justiça Federal em Brasília e não para a de Curitiba as declarações de Emílio Odebrechet e Henrique Valladares, executivo da Odebrecht. A informação foi adiantada pela coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
 No conteúdo das delações, consta sobre suposta propina paga pela OAS na licitação das usinas de Santo Antônio e Jirau. Fachin determinou o compartilhamento pela Justiça Federal em Brasília de qualquer prova que Curitiba precise.

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LAVA JATO PEDE SEQUESTRO DE BENS DE PALOCCI
A força-tarefa da Operação Lava Jato pediu ao juiz federal Sérgio Moro o sequestro de imóveis da filha e da enteada do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda no governo Luiz Inácio Lula da Silva e Casa Civil na gestão Dilma Rousseff). O petista é acusado pela Procuradoria da República no Paraná de "possíveis atos de lavagem de dinheiro mediante aquisição de bens imóveis em favor de suas filhas".
A manifestação é assinada pelo procurador Januário Paludo. Segundo ele, o ex-ministro, preso desde setembro do ano passado em Curitiba, usou recursos ilícitos movimentados em suas contas bancárias para adquirir dois imóveis "de elevado valor em benefício de Carolina Palocci e Marina Watanabe". A defesa do ministro negou ilicitudes nas transações.

Palocci é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) em duas ações penais por corrupção e lavagem de dinheiro. Em um dos processos, ele é suspeito de irregularidades na obtenção pela Odebrecht de contratos de afretamento de sondas para a Petrobrás. No outro, é acusado de intermediar pagamento de propina supostamente destinada pela empreiteira ao ex-presidente Lula. O ex-ministro está tentando firmar um acordo de delação premiada.


Fonte: Notícias ao Minuto

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