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quinta-feira, 27 de julho de 2017

DISPOSITIVO QUE INTERROMPE SUCÇÃO EM PISCINAS É OBRIGATÓRIO EM PETRÓPOLIS

Moradora de Guarujá, no litoral de São Paulo, Rachel Rodrigues Novaes, de 7 anos, morreu no último fim de semana em Balneário Camboriú (SC), após ter seu cabelo sugado por um ralo da piscina de um hotel.


Em Petrópolis, RJ, desde 2014, a Lei 7241/14, de autoria da vereadora Gilda Beatriz, obriga os clubes sociais e esportivos, condomínios, hotéis, academias e demais estabelecimentos privados congêneres, onde haja piscinas de uso coletivo, a colocar dispositivo que interrompa o processo de sucção da piscina, em caso de urgência.

“Como foi amplamente divulgado pela mídia nacional após essa tragédia, o dono do hotel em que Rachel perdeu a vida disse à Polícia Civil que desconhecia a legislação que prevê a instalação de um dispositivo anti sucção. É lamentável que ainda hoje, mesmo com a força das novas mídias, uma Lei de tamanha importância seja desconhecida ou ignorada. Não podemos falhar sob pena de perder nosso maior bem, a vida”, comenta a Vereadora lembrando que o dispositivo deverá estar colocado em local de fácil alcance, inclusive para crianças e pessoas com deficiência e que o local deverá ser sinalizado com placas.

“Ao não cumprir a legislação, o responsável pelo estabelecimento está assumindo o risco. Cabe a nós, enquanto Poder Público, fiscalizar, mas fica o alerta para a população que têm o direito de cobrar e alertar as autoridades”, completa.

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