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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

MORADORES DE ÁREAS DE RISCO RECEBEM ORIENTAÇÕES

A prefeitura está mobilizada para orientar os moradores que vivem nas áreas de risco de Petrópolis: nesta terça-feira (16), as equipes da Secretaria de Assistência Social (SAS) e da Defesa Civil distribuíram panfletos de prevenção aos desastres naturais no Dr. Thouzet e no Rio de Janeiro, no Quitandinha. A ação conta com o apoio do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por meio do Projeto Morte Zero, que também busca a redução do risco de desastre em 17 cidades do Estado. O trabalho em conjunto vem sendo realizado nas 12 comunidades de Petrópolis que conta com as sirenes do Sistema de Alerta e Alarme e tem o objetivo de garantir mais segurança a população.

A ação já foi realizada no Independência, Espírito Santo e Amazonas, e acontece ainda em outros sete locais: Gentio, Vale do Cuiabá, 24 de Maio, Alto da Serra, Bingen, Siméria e Vila Felipe. Segundo o Plano Municipal de Riscos, Petrópolis conta com 234 locais de risco alto ou muito alto – equivalente a 18% do município - e um déficit habitacional de 12 mil casas, o que torna a orientação da população uma das prioridades do governo.
"É importante que a população entenda os riscos da sua comunidade e acredite nos sistemas de prevenção oferecidos", afirma o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz, lembrando a importância das sirenes do Sistema de Alerta e Alarme.
"As sirenes são a melhor ferramenta de prevenção que o município possui, já que possibilitam que moradores de áreas de risco sejam avisados com rapidez sobre a urgente necessidade de sair de casa e procurar pelo ponto de apoio do bairro", explica o secretário.
A secretaria de Assistência Social, Denise Quintella, destacou a importância do trabalho em conjunto da prefeitura para orientar os moradores de áreas de risco sobre os seus direitos. “Para nós é de grande importância esse trabalho, pois também orientamos a população sobre os pontos de apoio e ainda apresentamos às famílias os benefícios e programas sociais que eles podem ter direito. E após essa identificação nós encaminhamos essa família para o CRAS mais próximo para realizar a inscrição no Cadunico (Cadastro Único para Programas Sociais)”, disse.
 O trabalho de conscientização também conta com o apoio dos estagiários do projeto SOS Chuvas. O programa lançado pela prefeitura em novembro do ano passado tem o objetivo reduzir os prejuízos causados pelas chuvas de verão. O SOS Chuvas funciona em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Estácio de Sá (Unesa) e a Universidade Católica de Petrópolis (UCP), que disponibilizaram universitários voluntários para trabalhar em três setores: Defesa Civil, Obras e Meio Ambiente.
"Desta maneira, os universitários conseguem colocar em prática o que aprendem na sala de aula. São dicas simples como a construção de uma calha ou de um escoamento para a água da chuva, além de não jogar lixo nas encostas e também sobre os riscos causados pelo desmatamento", explica Paulo Renato.

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